16/08/2007
Dica de teatro!

Olha, galera!
Eu estava com saudades de vocês. Faz um tempão que eu não posto nada aqui, mas eu tenho uma dica pra vocês que é realmente imperdível e vocês vão achar muita graça.
É o espetáculo “Minha Mãe É Uma Peça”, com Paulo Gustavo no elenco, que está em cartaz no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro. O texto e a criação são do ator. A direção é do João Fonseca.
É muito engraçado! O Paulo encarna uma mãe daquelas bem estereotipadas, e ele tem uma expressão corporal maravilhosa. Você ri do começo ao final. Vale muito, muito a pena ver! Para quem gosta de teatro... Não percam!
Um beijo para todos. Continuem assistindo à Malhação, que ainda têm muitas coisas legais para acontecer. E torçam pela Cecília! Valeu.
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Maria Eduarda Machado
17/08/2007
Os Três Porquinhos!

E aí, galera do Blog? Beleza? Como é que tá aí?
Atenção!!!
Dia 15 do mês que vem, em setembro, vou estrear a peça “Os Três Porquinhos”, dirigida pela atriz Pitty Webo. Eu vou interpretar o porquinho Puff, que tem dois irmãos, o Piff e o Poff. Eu sou o porquinho mais inteligente e mais velho de todos, que manda nos dois.
A peça vai estar em cartaz no Centro Cultural Suassuna, que fica na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, aos sábados e domingos, sempre às 17h, durante um mês.
É o espetáculo “Minha Mãe É Uma Peça”, com Paulo Gustavo no elenco, que está em cartaz no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro. O texto e a criação são do ator. A direção é do João Fonseca.
E também queria aproveitar para mandar um abraço para os fãs. Continuem torcendo pelo Goiaba, tá? Um abraço e foi bom estar aqui falando com vocês. Valeu!
postado por :
João Vítor Silva
21/08/2007
Limite.

É como andar sobre o fio de uma navalha. Os passos têm que ser precisos - cada respiração, fundamental para o êxito do objetivo. Já se viu dentro de um trem desativado há mais de 40 anos, onde todas as ferragens, desde o trilho até as esquadrias da janela são navalhas em potencial, que podem machucar e fazer sangrar? Cada banco, bambo, e o suporte de mão não suporta mais nem mesmo uma simples poeira. Isso é um limite. O objetivo é sair ileso. O máximo possível.
Então se juntam três ou quatro pessoas durante cinco meses dispostas a testar esses limites. Ok. Espaço, limite de número um. Mas não o único. No meio do processo eu não entendia *$ nenhuma. E dizia isso a elas, certo de minha visão além daqueles escombros e daquele teatro velho, caindo aos pedaços. Deus me levantava pela gola da camisa e eu batia com os pés no ar, borrado de insatisfação e dúvida.
Há poucos dias da estréia, não cheguei a me conformar com a loucura daquele processo insólito, no entanto me forcei para não arredar o pé das coisas nas quais acreditava. Na estréia, descobri, finalmente, o que tanto procurava. Eu era o próprio trem desativado e minha cabeça a estação coberta de teias de aranha. Não é só o corpo que me limita, mas minha alma limita aquilo que não quero ver. Ou aquilo que só quero ver em mim. O limite do meu alcance, o limite do outro e principalmente o meu próprio limite.
Pois desde esse dia, eu passei a ir muito ao cinema. Nada há de mais melancólico e excitante do que um cinema vazio. Cada fita que passava, eu não era apenas um, mas três, dez, trinta pessoas ao mesmo tempo. No entanto nada substituiria aquela pessoa que faltava no banco ao meu lado. Nesse filme, o projecionista dormiu, e eu acordei, gritando: “New York Herald Tribune!”. O resto da película teria que ser queimada.
Para mais projeções e outros filmes mofados -
gabrielwainer7@yahoo.com
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Gabriel Wainer